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Campo Mourão,26/06/2026

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Ata escolar registra denúncia de suposto constrangimento envolvendo pedagogo e aluna durante reunião com representantes da educação em Campo Mourão

Documento relata que servidor teria deixado reunião com direção e equipe técnica, ido até sala de aula e levado estudante para conversa; mãe afirma que filha teria sido pressionada a alterar relato


Ata escolar registra denúncia de suposto constrangimento envolvendo pedagogo e aluna durante reunião com representantes da educação em Campo Mourão Fotos: noticiascm.com.br

Uma ata registrada no Colégio Estadual Dom Bosco, em Campo Mourão, relata uma situação envolvendo um pedagogo da instituição e uma estudante durante uma reunião que contou com a presença da direção, equipe técnica do Núcleo Regional de Educação (NRE), responsáveis pela aluna e representantes da escola.

O documento descreve que a reunião ocorria para tratar de relatos apresentados pela família da estudante, que buscava esclarecimentos e providências diante de situações que teriam causado preocupação.

Trecho destacado da ata

Segundo o registro oficial, durante a reunião:

“O pedagogo deixou a sala onde estavam reunidos a direção, representantes do Núcleo Regional de Educação e demais participantes, e foi até a sala buscar a aluna para participar da conversa, sem comunicar os presentes.”

Ainda conforme a ata, após chamar a estudante, teria ocorrido uma abordagem no trajeto até a sala da direção.

A mãe da adolescente relatou que a filha teria sido orientada a mudar o que havia contado anteriormente, afirmando que teria se sentido pressionada durante a situação.

O documento registra que, ao retornar para a reunião, a estudante teria apresentado alteração emocional e relatado aos presentes o que teria acontecido.

A família, após os fatos, procurou atendimento junto ao Núcleo Regional de Educação e outros órgãos de proteção, relatando preocupação com o estado emocional da adolescente e solicitando acompanhamento.

O caso segue sob análise dos órgãos competentes, que deverão apurar os fatos relatados, ouvir as partes envolvidas e adotar as medidas cabíveis.

A reportagem destaca que as informações foram extraídas da ata apresentada e que o servidor citado possui direito ao contraditório e à ampla defesa.




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